domingo, 16 de junho de 2013

Rede Globo falida e desorientada

Quem conhece um pouco de história percebe, claramente, os sinais da queda dos que se achavam imbatíveis. Gasta mais do que tem, atira para todos os lados, pasteuriza, neste caso, o grupo globo, a sua programação e linha editorial sem cara e sem alma no “no morde e assopra”, caí e caí, e que algo está errado até os desavisados desconfiam.

Se o BNDES continuar a bancar esta massa falida (Rede Globo) irá para o buraco junto assim como seus propósitos de um Banco voltado para o desenvolvimento social e fomentador do desenvolvimento do Brasil. É preciso Foco Brasil!

Não tenhamos MEDO das notícias-ENTRETENIMENTO deste veículo (GLOBO), pinçadas intencionalmente, para tornar reféns e marionetes a todos os seus telespectadores, mas ao sul do Equador há brasileiros críticos e observadores da realidade que se apresenta de forma cada vez mais grotesca e desesperada, entretanto a desorientada, em sua linha editorial, imagina que os pode enganar.

Fico pensando nos anunciantes, colocando suas marcas duramente conquistadas neste malfadado Grupo Globo, onde para supostamente criar simpatia com a população, pratica em todos os momentos um português duvidoso que dói até mesmo aos ouvidos dos leitores de final de semana. Aos mal criados e mal formados é preciso um corretivo, que neste caso, poderia ser uma REDE GLOBO sem nenhum anunciante pelo prazo de 30 dias, se entrar nos eixos, por exemplo, apresentando um jornalismo correto e isento (como DEVE que ser), os anunciantes voltam a aliar suas marcas ou seu nome a ela. Mas se voltarem a praticar seus mal feitos, aí meu amigo é SAIR FORA E NÃO VOLTAR NUNCA MAIS.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

E aí Brasil, vergonha alheia.


Presenciei nestes últimos dias o ridículo de um “veículo dito de comunicação” que desmoraliza sem apuração ou cuidado e planta suas matérias fantasiosas, no intuito de pecúnia a todo custo.

E pensar que os nossos jornalistas em tempo de ditadura deram suas vidas pela verdade e mudança para um Estado democrático, terá sido em vão? Penso que não, há esperança, porque vivemos em um País de um povo valoroso que tem em suas veias o senso do justo e sabem muito bem separar o joio do trigo.

Só tenho a lamentar aos jornalistas, que tenham que vender suas almas e ideologias para viver sob o julgo de empresários que mal sabem o que rege as leis de um bom jornalismo ético e verdadeiro.

No meu Blog apresento os fatos e nunca furtei aos meus leitores manifestarem os seus pontos de vista.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Voltando de férias como anda a terrinha?

O PSB do Sen. Rodrigo Rollemberg pior impossível, sem cara nem identidade, mata o já minguado partido no Distrito Federal, você já se perguntou quantos são da militância e dos quadros do PSB do DF?

Imagina o atual parlamentar Rollemberg, que para se eleger se une ao candidato do PT Agnelo Queiroz e quando eleito vira um problema, sem maturidade para o cargo e querendo holofotes por falta de compromissos de toda sorte mete as mãos pelos pés. Sem espaço no DF para as suas discrepâncias parlamentar, com apoio de Eduardo Campos atira para todos os lados na mídia pernambucana, com alfinetadas ao Governo do GDF, com falhas conceituais e de veracidade.
Rodrigo Rollemberg enterra o PSB local deixando, que valorosos integrantes do quadro como, ”por exemplo”, o Deputado Distrital Joe Valle, que desempenha com responsabilidade o que o povo lhe conferiu e como homem de partido e por uma trajetória comprometida com ideais até o momento muito claros do outro lado Rollemberg, que é um entrave aos que primam pelo bem social antes de seus interesses pessoais.

O Distrito Federal vive momentos únicos em desenvolvimento social, cultural, educacional com a minha volta a Brasília fiquei feliz de observar.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Se as eleições fossem hoje o Governador Agnelo Queiroz seria eleito no primeiro turno

Às 21h deste 13 de fevereiro, a enquete do Blog do colega Gianelli, dava disparado o Governador Agnelo Queiroz com 60% de intenção de votos num total de 3191 votos.
Fonte: http://sandrogianelli.com.br

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Rede Globo com dificuldades de renegociação de sua divida bilionária junto ao BNDES ataca a Presidenta Dilma e Governador Agnelo Queiroz do PT


A perseguição orquestrada pela Globo, praticando um jornalismo da pior qualidade com ditos “especialistas”, que opinam bobagens do achismo, só visto em filmes de folhetim barato, estarrece os dedicados jornalistas, que seguem a ética do bem fazer jornalístico. 

Quanto, a baixa dos preços em 20% da Energia Elétrica, estabelecido pelo Governo Federal, os Estados de S. Paulo e Minas Gerais sob a batuta do PSDB orquestram e desestabilizam uma ação que beneficiará a população e o setor produtivo na geração de empregos.

A Saúde Pública do Distrito Federal foi enxovalhada nacionalmente com cores de escândalo sem apuração mais profunda, como, donos da verdade casta incitam a tudo e a todos à selvageria verbal e deselegante.
 
Transcrevo aqui nota do Governo do DF, alguém tem que fazer um contraponto.

Brasília, 8 de janeiro de 2013 – Em relação às denúncias veiculadas na imprensa sobre falta de médicos nos hospitais da rede pública, o Governo do Distrito Federal esclarece:

1) O GDF considera inadmissível a ausência de profissionais na rede pública de saúde.
2) Imediatamente, após informado da ocorrência desse tipo de problema em algumas unidades hospitalares no início desta semana, o GDF, por meio da Secretaria de Saúde, instaurou sindicância para apurar responsabilidades e adotar as providências cabíveis.
3) A atual gestão sempre agiu com firmeza em casos de ausências injustificadas ao trabalho e descumprimento da carga horária nas unidades de saúde. Tanto que, apenas em 2012, foram demitidos ou exonerados 34 servidores da rede que incorreram nesse tipo de irregularidade. Outros 14 processos estão em andamento, e 13 profissionais foram suspensos.
4) A sindicância aberta na segunda-feira será concluída em um prazo de 15 dias, e, se comprovadas as infrações, os responsáveis sofrerão as punições previstas em lei, que vão de advertência a demissão, além de denúncia ética junto ao Conselho Regional da categoria profissional.
5) A Secretaria de Saúde informa que não há qualquer restrição no recebimento de pacientes: os documentos internos encaminhados ao CIADE e Corpo de Bombeiros são exclusivamente para orientar as equipes de socorro e otimizar o atendimento dos casos de emergência.
6) O Governo do Distrito Federal reconhece que há déficit de servidores na Saúde Pública, porém, desde o primeiro dia da atual gestão, tem empreendido todos os esforços para garantir a recomposição dos quadros funcionais. Nesta gestão já foram convocados 7.923 servidores, de todas as especialidades e áreas: é mais do que nos oito anos anteriores à atual gestão.
7) Mais 294 profissionais foram nomeados em dezembro e assumem seus postos de trabalho até 18 de janeiro. Eles vão substituir servidores aposentados na rede pública de saúde.

8) Além disso, nesta quarta-feira (9), estão sendo convocados novos concursados na área de Saúde. Serão mais 96 médicos (entre eles, 35 clínicos gerais e 61 pediatras) e 163 profissionais de níveis médio e superior.
9) O GDF reafirma seu compromisso prioritário com a Saúde Pública e o empenho em promover atendimento digno e de qualidade à população do Distrito Federal.  
INTEGRA DA NOTA DE ESCLARECIMENTO

domingo, 25 de novembro de 2012

Dick Rollemberg partido do governador Eduardo Campos presidente do PSB Nacional

Porque DICK Rollemberg?  Na sua insana necessidade em ser Governador do DF, abre uma fenda que afogará com certeza em uma inundação e o consequente afogamento do PSB no Distrito Federal e Entorno. O custo é alto e certamente suicida, ELEITO SOBRE A EGIDE DO Governador Agnelo Queiroz PT o qual sem esta aliança, hoje Rollemberg estaria no ostracismo. Para os analistas e cientistas políticos todos sabedores que assim o seria.

O passado do Sen. Rodrigo Rollemberg é marcado como um roedor de cordas, acordos e alianças. E agora tem data e local, 08 de dezembro de 2012 no Parlamundi em Brasília, para sair da Aliança assinada e sempre honrada por todos os partidos da coligação. Dia sim outro também o Senador Rollemberg sobe a tribuna do Senado para despejar inverdades infundadas e tendenciosas, isto cheira falta de lisura e falta de postura Republicana. Perdem nesta atitude suicida os do PSB, que compõem vários cargos de destaque, mesmo fazendo um bom trabalho, serão obrigados a deixar os cargos sob pena de expulsão do partido para um projeto pessoal de Rollemberg, que passará certamente por alianças escusas com Roriz & CIA.

Este filme de hoje já teve alguns traillers em nossas inúmeras analises. O Partido PSB no DF com pouquíssimos filiados tem espaço no governo atual pelos compromissos assumidos pela aliança firmada, em nenhum momento o Governo Agnelo fechou portas ou mesmo retaliou o PSB do Governador Eduardo Campos.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A fidelidade ignorada

Passadas as eleições municipais, políticos do Distrito Federal depois de avaliar perdas e ganhos, já se mobilizam para as próximas eleições – prática que além de saudável é própria da vida política democrática.

Mas quando um político do partido integrante da base aliada do governador Agnelo Queiroz se arvora em lançar seu próprio nome ao Palácio do Buriti, ignorando os compromissos que seu partido tem com o chefe do Executivo, é no mínimo de se estranhar que assim o faça.
O caso em questão envolve o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que ao passar por cima dos acordos costurados ainda no início do atual governo, perde a noção de fidelidade e ignora que seu partido – o mesmo partido do governador de Pernambuco Eduardo Campos que também é o presidente nacional da agremiação partidária – participa da atual gestão através de duas secretarias: Agricultura e Turismo.  Além de açodado em seus pleitos, o senador se utiliza de desculpas esfarrapadas.

Rollemberg começa mal em suas pretensões ao Buriti para quem traz as marcas de tropeços na vida pública: já foi denunciado pelo então deputado federal do PV, Fernando Gabeira, na CPI dos Sanguessugas como “facilitador” da liberação de emendas que deputados do seu partido fizeram destinando verbas do Orçamento ao projeto de inclusão digital. Gabeira disse que, para ele, integrantes do PSB usaram a Ciência e Tecnologia para "obter ganhos eleitorais e financeiros" com projetos que estariam longe dos padrões de uma proposta ideal de inclusão digital.

De acordo com o ex-deputado, em uma conversa telefônica gravada pela PF, integrantes da quadrilha comemoraram terem ouvido de Rollemberg a afirmação de que o ministério da Ciência e Tecnologia possuía “muito dinheiro” para o projeto de inclusão digital.
Outro colega senador de Rodrigo Rollemberg, o pedetista Cristovam Buarque (PDT-DF) ex-governador do Distrito Federal, no mesmo compasso e sincronia, também antecipa e articula uma volta ao Buriti.

Cristovam, mesmo citado como ficha suja, conta com a memória fraca do eleitor quanto a sua condenação por improbidade administrativa como governador do Distrito Federal. Foi condenado pelo Tribunal de Justiça e do Distrito Federal e Territórios (TJ-DFT) por confeccionar, em 1995, material publicitário para fins eleitorais com dinheiro público. O partido de Cristovam também integra a base aliada do governador Agnelo e detém a secretaria de Trabalho, que neste momento está com o cargo de secretário vago em consequência da intransigência do senador.

Em tempo: Missão Criança recebe ajuda do Japão para cursos de informática para crianças pobres da Cidade Ocidental e de Formosa no valor de US 75,5 mil.

FONTES UTILIZADAS: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2002-02-26/missao-crianca-recebe-ajuda-do-japao-para-cursos-de-informatica

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0808200616.htm

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Sob comando feminino


Tenente-coronel Cynthiane Maria Santos é a primeira a assumir uma tropa de choque no país

Quatrocentos homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) serão comandados, a partir desta sexta-feira (19), por uma mulher. A tenente-coronel Cynthiane Maria Santos é pioneira no Brasil em assumir um batalhão de choque da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Com a presença da primeira-dama, Ilza Queiroz, a militar assumiu o maior posto da divisão de elite da PM, em substituição ao coronel Gilson Oliveira Leal.

“Tal conquista incentiva as mulheres que buscam autonomia no trabalho. Ela é uma profissional extremamente capacitada para enfrentar esse novo desafio. É a prova de que o sexo feminino pode e deve estar presente em todos os campos de trabalho”, parabenizou a primeira-dama.

O triunfo é motivo de orgulho para a família e, principalmente, o filho adolescente, de 16 anos, e o pai militar. Foi na figura paterna que a hoje tenente-coronel se espelhou. “O primeiro incentivo veio dele, e visto a camisa da minha profissão. Acredito que ele tem uma realização em mim”, destaca Cynthiane. E os desafios não param com o novo posto. “Meu sonho é ser comandante-geral da PM.”

Com 40 anos de idade, a tenente entrou na corporação há 21 anos. Em 1999, fez especialização no Bope. Entre 2007 e 2010, trabalhou na coordenação da segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, a policial foi a primeira oficial feminina da PMDF a viajar para o Timor Leste em uma Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, enalteceu a escolha do comandante-geral da PM, Suamy Santana. “Ela sempre representou uma grande liderança dentro da corporação. A qualidade independe do sexo”, ressaltou o secretário.

Emancipação feminina - Presente na solenidade, a secretária da Mulher, Olgamir Amancia, destacou a nomeação de Cynthiane Santos como mais um espaço de poder e reconhecimento da mulher em corporações consideradas masculinas. “É a reafirmação do papel do GDF em abrir oportunidades para que mulheres competentes assumam cargos tão diferenciados. É um passo gigantesco para a emancipação da mulher”, comemora.

FONTE: Agência Brasília de Notícias http://www.df.gov.br/noticias/item/4031-sob-comando-feminino.html

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Arruda, Jaqueline Roriz e Durval prestam depoimento na Justiça

BRASÍLIA - O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda presta depoimento na tarde desta terça-feira na 2ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT), onde responde a ação de improbidade, ainda por conta do mensalão do DEM. Também foram intimados para depor o delator do esquema, Durval Barbosa, e a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF).

Primeira a falar, Jaqueline negou que tivesse recebido qualquer dinheiro de Durval em troca de apoio a Arruda. Segundo ela, o dinheiro foi para a campanha a deputada em 2006.

- Eu era candidata do PSDB, o irmão dele (Durval) também. Ele tinha interesse que nossa coligação se fortalecesse. Nenhum candidato, salvo Luís Estevão, tinha sido eleito só com seus votos.
- Para mim o senhor Durval era homem de posses, porque até aquela data ninguém falava - disse a deputada.

Durval Barbosa, que apresentou vídeos de diversas autoridades recebendo dinheiro, disse durante seu depoimento que passou a integrar o grupo de Arruda em 2003, a convite do próprio. O dinheiro arrecadado com empresas de informática que prestavam serviços ao governo do DF, de acordo com Durval, foi usado para pagar a pré-campanha de Arruda, que se elegeria governador em 2006. O primeiro objetivo, segundo ele, foi superar seu adversário na disputa interna do PFL, em que Arruda e o então senador Paulo Otávio disputavam a indicação para o partido. Paulo Otávio acabou como candidato a vice de Arruda.

- Primeira coisa, a gente tinha que derrotar o Paulo Otávio, para pressionar o PFL a optar por ele (Arruda). E a gente conseguiu, mas conseguiu com muito dinheiro.
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/arruda-jaqueline-roriz-durval-prestam-depoimento-justi%C3%A7a-200209304.html

terça-feira, 11 de setembro de 2012

DF empossa gestores escolares eleitos por voto direto

Governador convidou os eleitos a assumirem o compromisso de, junto ao GDF, zerar o analfabetismo no DF e colaborar na instituição da escola de tempo integral
Os novos gestores escolares do Distrito Federal, escolhidos por voto direto das comunidades, foram empossados pessoalmente pelo governador Agnelo Queiroz, na última segunda-feira, 10 de setembro.

Diretores, vice-diretores e conselheiros foram escolhidos por voto direto de 260 mil votantes, entre pais, alunos, professores e servidores das 649 escolas onde houve o pleito.
O processo de gestão democrática teve início com a regulamentação para composição das comissões eleitorais – local e regional – observando pressupostos básicos na escolha dos gestores e atendendo amplamente às reivindicações da comunidade por uma gestão democrática que há dez anos não existia do Distrito Federal.

A partir de agora, os gestores serão submetidos a um processo de capacitação de 180 horas, como parte do investimento do GDF na qualificação da gestão e dos gestores.

Ao discursar no ato de posse, o governador afirmou que o objetivo de seu governo é garantir mais autonomia às instituições educacionais, inclusive autonomia financeira, para que possam dar solução a problemas emergenciais. Agnelo Queiroz convidou os eleitos a assumirem o compromisso de, junto ao GDF, zerar o analfabetismo no DF e colaborar na instituição da escola de tempo integral.

Agnelo anunciou que até o fim deste ano vai liberar para as escolas R$ 40 milhões para investimentos. Cada instituição deverá receber o montante de acordo com as necessidades e estruturas a serem cuidadas por suas respectivas direções. Foi anunciada também a construção de 200 parques de diversões nas escolas de ensino infantil.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A quebra do sigilo ocorrido na CPMI é fora da lei

A divulgação seletiva  pela imprensa dos dados pessoais do governador Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, fere a Constituição Federal.

A Constituição considera crime a violação dos sigilos de dados pessoais, tais como o bancário, telefônico, fiscal e correspondência, havendo para a quebra dos sigilos a pena correspondente também prevista na Carta Magna de 1988.

As informações prestadas ao Estado ou a determinadas instituições, em razão de ofício,
devem ser obrigatoriamente protegidas, ou seja não podem ser repassadas a terceiros. Isso é o que manda a lei maior, a Constituição, que garante direitos e deveres do cidadão brasileiro e preserva o estado de direito que rege a democracia.

Mas não foi o que aconteceu. Agnelo quando abriu mão dos seus sigilos o fez para servir aos trabalhos da CPMI do Cachoeira, e a somente à CPMI caberia usar as informações concedidas. O que se viu a seguir foi a açodada distribuição desses dados à imprensa que tratou o caso com estardalhaço, fazendo ilações negativas, fora do foco das investigações da CPMI e sem a seriedade que o caso requer, atrapalhando as investigações.

Por que não foi cumprida a lei? Quem foi o responsável pela distribuição dos dados pessoais do governador antes mesmo da CPMI se debruçar sobre as informações?

A violação praticada é crime e está a merecer uma apuração dos fatos para punir o infrator. A presidência da CPMI está devendo uma explicação para a sociedade – O contrário será a autocondenação à perda de credibilidade dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A velha barriga ou má fé?


Aham, Cláudia, senta lá.
O que leva determinados veículos da imprensa brasileira a praticar a irresponsabilidade de não checarem suas fontes antes de noticiar determinado fato? Esse tipo de jornalismo resulta em graves erros que não condizem com o jornalismo sério. Esses erros de informação publicados, no jargão jornalístico são chamados de barriga: o jornal come barriga, dá barriga ou faz barriga quando publica uma inverdade.

Foi o que aconteceu com alguns veículos da imprensa brasileira, a exemplo do G1, ao noticiar que o Banco Regional de Brasília – BRB desrespeitou o prazo e não repassou os dados do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz à CPI do Cachoeira.

Os dados referem-se à quebra dos sigilos fiscal, bancário, telefônico, de e-mail e SMS oferecida pelo próprio governador quando compareceu à sessão da CPI no dia 13 de junho. O BRB solicitou por ofício o prazo de 90 dias para a entrega dos dados do governador.

Portanto, só a partir de 14 de setembro, se não forem entregue os dados, o prazo de entrega estaria desrespeitado.

O resultado disso, costumeiramente, é a destruição de reputações, prejuízo a pessoas e desinformação à sociedade.

Caio Fernando Abreu tem uma célebre frase que diz muito desses erros da imprensa: “Descobre, desvenda. Há sempre mais por trás. Que não te baste uma aparência do real”!

Aqui cabe dizer que a imprensa levou barriga. Foi uma tremenda bobeada. Como disse outro jornalista experiente e inspirado: “errar é do jogo, mas os erros devem ser novos (quem repete os velhos não aprendeu com eles)”.

Nesse caso, ou deram barriga ou usaram de má fé. Fala sério! Podemos repetir aqui o (quase) jargão do momento: Aham, Cláudia, senta lá.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Uma lei com nome de Maria

A Lei Maria da Penha, importante conquista para o enfrentamento da violência contra a mulher, completou seis anos com atos que marcaram as comemorações pelo fim da impunidade dos casos de violência contra as mulheres.

 Num balanço desses seis anos de vigência da lei observa-se um endurecimento para ampliar a defesa da mulher. O INSS, a partir de agora, pode entrar na Justiça para cobrar dos agressores o valor de indenizações pagas a mulheres vítimas de violência. Com essa medida, os cofres do INSS serão ressarcidos e será mais um endurecimento na prevenção e repressão da violência contra mulher.

Os primeiros casos levados à Justiça ocorreram no Distrito Federal. Um deles foi um homicídio praticado contra a ex-companheira do réu que gerou um benefício de pensão por morte para o filho da vítima.

Foi também no Distrito Federal que uma segunda unidade do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) foi inaugurado pelo governador Agnelo Queiroz, na estação do Metrô, da 102 Sul, em celebração aos seis anos da Lei Maria da Penha.

”O papel das Delegacias no Enfretamento à Violência contra as Mulheres” reuniu cerca de 300 delegadas e delegados responsáveis pelo atendimento as mulheres. O encontro teve como objetivo fortalecer as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e pactuar as Normas de Atendimento às Mulheres, de acordo com a Lei Maria da Penha. O evento contou com a presença da ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Proteção às Mulheres, do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, de Maria da Penha Maia Fernandes – que inspirou a criação da lei que ganhou o seu nome.

Foi lançada a campanha “Compromisso e Atitude pela Lei Maria da Penha – A lei é mais forte”, voltada à mobilização da sociedade brasileira, operadoras e operadores de direito e de justiça para celeridade dos julgamentos dos crimes de violência contra as mulheres

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Agnelo traz oportunidades de emprego com modelos avançados de polos digitais e de mobilidade urbana


O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, retorna nesse domingo de seu périplo por países da Ásia e da Europa onde fechou acordos de cooperação, realizou visitas técnicas, ministrou palestras para investidores e teve encontros políticos com ministros e embaixadores do Brasil e autoridades dos países incluídos no roteiro da visita.
Agnelo, em seu trabalho incessante para melhorar a qualidade de vida do brasiliense e propiciar a geração de mais empregos no DF, divulgou Brasília e sua vocação para centro tecnológico e digital através do Parque Tecnológico Cidade Digital.

O governador anunciou em Xangai, na China, a chegada a Brasília em setembro do primeiro ônibus elétrico, transporte ecologicamente correto que se utiliza de energia limpa, a ser utilizado pela população brasiliense já na Copa do Mundo de 2014.
“Nosso objetivo é instalar uma fábrica desses carros no Distrito Federal, se constituindo numa plataforma para o Brasil.” O ônibus elétrico, além do uso de energia limpa e de contribuir para a sustentabilidade, não faz barulho e não trepida, sendo muito confortável para o usuário.

O governador e comitiva da Missão Internacional Oficial visitaram Dubai, Cingapura e China; seguem agora para Alemanha e Itália

terça-feira, 10 de julho de 2012

CPMI do Cachoeira ameaça fazer água


Há algum tempo, a mídia e outras instituições da sociedade vêm chamando atenção da opinião pública para a possibilidade da CPMI do Cachoeira estar fazendo água. Quando instaurada, senadores e deputados integrantes da comissão definiram como objetivo concentrar-se no envolvimento do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com parlamentares, autoridades e empresas públicas e privadas que aparecem nas gravações e apurações feitas pela Polícia Federal nas operações Vegas e Monte Carlo.

Bem assim, a CPMI deveria concentrar-se no esquema de lavagem de dinheiro, corrupção de agentes públicos, fraudes em licitações, manipulação de políticos e troca de vantagens financeiras entre a autoridade pública e empreiteiras.

Mas o andamento da CPMI já começa a suscitar desconfiança na sociedade brasileira pelo destino dos trabalhos. A imprensa livre, as redes sociais, a igreja, blogs e o cidadão nas ruas já demonstram temer um desfecho próximo do que já ocorreu com outras CPIs, que começaram botando água e resultaram numa bela pizza.

Observadores políticos têm alertado para o fato de que as reuniões vêm se transformando em verdadeiro palanque de promoção política em ano de eleição, com representantes do governo e da oposição travando disputas paroquiais que obstaculizam os legítimos objetivos da comissão que é apurar as ações da organização criminosa liderada por Carlos Cachoeira. Estamos de olhos postos nessa CPMI.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Agnelo paga caro por combater crime organizado


Foi um longo depoimento, que durou 10 horas seguidas, em que o governador Agnelo Queiroz teve a oportunidade de explicar cada um dos temas abordados pelos parlamentares da CPI Mista do Cachoeira. Agnelo fez o que se espera do agente público: deu explicações e transparência à sua atuação de muitos anos em vários setores da vida pública;  inclusive, colocou espontaneamente à disposição da CPI a quebra dos seus sigilos bancário, fiscal e telefônico para, mais uma vez, comprovar que não mantinha relações escusas com o contraventor Carlos Cachoeira. Essa iniciativa do governador do Distrito Federal obrigou o governador de Goiás, Marconi Perillo, que havia deposto na CPMI no dia anterior, a convocar apressadamente a imprensa e declarar que também permitia a quebra dos seus sigilos, mesmo que houvesse negado essa possibilidade diante dos parlamentares da CPI.

Um dos pontos importantes do depoimento foi quanto à aquisição de uma casa em construção e que Agnelo levaria dois anos para concluir a obra, valorizando o imóvel adquirido por R$400 mil. A aquisição da casa tem sido usada com frequência pelos seus algozes, que fazem questão de ignorar que o patrimônio do governador foi construído ao longo de 30 anos com a parceria de sua esposa que também é médica como ele.

Esse e outros pontos foram exaustivamente explicados pelo governador que inclusive lembrou que nenhum outro governador teve a coragem de enfrentar o oligopólio no transporte de Brasília.

Fez também menção às gravações da Polícia Federal que revelam que a quadrilha chefiada por Cachoeira lamentava que no DF “os caras só nomeiam os inimigos da Delta” e aproveitou para lembrar que o enrolado senador goiano Demóstenes Torres pedira seu impeachment em novembro de 2011.

Bravatas como essa do senador da República ganhavam repercussão em setores da mídia nacional comprometidos com os chefões da quadrilha – e a serviço do crime organizado - que buscavam desmoralizar o governo e estender seus tentáculos no Distrito Federal.

Agnelo Queiroz sairia da reunião da CPMI sob aplausos dos parlamentares - e estava assim selada uma importante vitória sobre o crime organizado que mina as administrações públicas.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Depois de Agnelo, CPMI não será mais a mesma


CPMI
Até terça-feira, 13, a história da CPMI do Cachoeira era uma; depois da presença do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, o enredo passou a ser outro.

Terça-feira foi o dia em que o governador de Goiás, Marconi Perillo foi à CPI para a oitiva, sob a proteção da tropa de choque do PSDB, que fez grande barulho quando o relator da comissão perguntou a Perillo se permitiria a quebra do seu sigilo telefônico. Foi um deus-nos-acuda.  Falou-se então que o governador de Goiás estava ali na condição de testemunha e não de investigado, como chegou a admitir o relator. Os membros da comissão blindaram o governador do PSDB.

Mas na quarta-feira, a inesperada e espontânea decisão de Agnelo Queiroz em abrir seus sigilos – telefônico, fiscal e bancário – mudaria o rumo dos trabalhos da CPMI do Cachoeira. O anúncio de Agnelo, aplaudido freneticamente pela maioria dos integrantes da comissão, caiu como um porrete na cabeça de Marconi Perillo: lá em Goiânia, convocaria às pressas a imprensa para anunciar que também daria acesso a seus dados. Não teve escolha. Com o exemplo de Agnelo não lhe restou outra saída, até porque forçosamente seria exigida a quebra dos seus sigilos - sem escapatória.

A CPMI do Cachoeira estava salva das mesmices e o governador do Distrito Federal lavava a alma e arrancava a fórceps a blindagem de Perillo. Essa decisão deu outra dimensão aos trabalhos que ameaçavam acabar numa bem temperada pizza preparada na cozinha dos algozes de sempre: Celina Leão, Eliane Pedrosa, Alberto Fraga e Jaqueline Roriz. Gente que é partidária do “quanto pior melhor".

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Delta no DF: a verdade dos fatos


O governador Agnelo Queiroz determinou o rompimento do contrato de limpeza que a Delta mantinha com o governo do Distrito Federal por força de liminar desde 2010. Esta decisão só foi possível porque a Justiça do Distrito Federal cassou a liminar que garantia à empresa a continuidade da prestação dos serviços. A empresa prestava serviços de coleta, transporte e tratamento de resíduos de lixo.

A decisão vem mais de um ano depois de o próprio governo constatar fraudes na execução dos contratos executados pela Delta. Em inspeção realizada em janeiro e fevereiro de 2011, ou seja, no início do governo Agnelo, a Secretaria de Transparência do DF constatou superfaturamento nos valores pagos, descumprimento de itens da licitação e prestação de serviços de qualidade inferior à prevista no contrato, e teve como primeiro efeito o aumento no rigor da fiscalização das atividades. O resultado foi a redução do custo do serviço pago pelo governo.

Nos serviços de varrição, por exemplo, a Delta recebia 70% a mais do que efetivamente fazia, de acordo com a auditoria. O valor repassado desde então à Delta é 40% inferior à média paga pelo mesmo tipo de serviços nas demais cidades brasileiras.

As informações sobre o cancelamento do contrato com a Delta obteve grande repercussão na imprensa dado o envolvimento da empresa com o esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira que gerou a criação da CPMI do Cachoeira.

O contrato entre a Delta e o Governo do Distrito Federal para os serviços de limpeza urbana não foi assinado pelo Governador Agnelo Queiroz. Quem assinou o contrato foi o antecessor de Agnelo, Rogério Rosso, que assumiu o governo após os afastamentos de José Roberto Arruda e Paulo Otávio, por conta das denúncias sobre o mensalão do DEM no Distrito Federal.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

PORQUÊ CABRAL FICOU DE FORA DA CPMI?


O porquê da convocação de Perillo

Os integrantes da CPMI do Cachoeira votaram pela convocação, por unanimidade, do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que aparece 270 vezes nas conversas telefônicas entre o bicheiro Carlos Cachoeira e integrantes do esquema que deu origem a CPI. Alguns desses integrantes já estão presos. Mas o envolvimento de Perillo com o contraventor vai além.

Perillo teve pelo menos três encontros com o bicheiro, que o governador afirma se tratar apenas de encontros festivos; o ex-vereador Wladimir Garcez contesta a versão de Perillo sobre a venda de uma mansão de luxo por R$ 1,4 milhão, que na verdade teria sido paga por familiares de Carlos Augusto Ramos; um assessor de Carlos Cachoeira teria entregado, no Palácio das Esmeraldas, R$ 500 mil numa caixa de computador destinados ao governador; a chefe de gabinete Eliane Pinheiro se demitiu após reconhecer ter sido avisada sobre uma operação contra jogos ilegais.

Por que Cabral ficou de fora da CPMI
                                                 
O governador Sergio Cabral (PMDB), ungido pela CPMI do Cachoeira, não foi chamado a depor. Os integrantes da comissão, tangidos pelo acordo entre o PMDB e o PSDB, deixaram de fora o governador do Rio de Janeiro, que tem comprovada ligação com o ex-dono da  Delta Construção, Fernando Cavendish, preso na Operação Monte Carlo da Polícia Federal, flagrado em recente viagem à Europa com o empreiteiro, exatamente aquele que tocava as maiores obras executadas nesse momento no Rio. A farsa teve a adesão do PSDB: três dos cinco parlamentares tucanos da CPI votaram contra a convocação de Cabral. Foi assim que o governador peemedebista foi salvo pelos tucanos.

A Delta já teve seus sigilos bancário, fiscal e telefônico quebrados em todo o país e, no caso do governador do Rio de Janeiro, até pelas suas relações tão próximas a Cavendish, é difícil admitir sua não convocação. Passado esse primeiro momento de arroubo pemedebista, que usa o poder de fogo da sua grande bancada para blindar o governador do seu partido, por certo Cabral terá que depor à CPMI. É questão de tempo: até que as entranhas da Delta Construção sejam expostas. Há quem diga que Cachoeira é peixe pequeno cotejado com o esquema da Delta, que seria o grande tubarão branco que leva o governador do Rio de Janeiro a mergulhar em um mar de lama.

Cabral disse não temer que isso aconteça - por não ser citado na investigação da Polícia Federal - nem a quebra de sigilo bancário da Delta.

E por que Agnelo? 

Agora, a convocação do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz para depor na CPMI, é reflexo da quebra do sigilo imposto à empreiteira Delta Construção que atinge em cheio o governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral por tratar-se da empresa com mais contratos com o governo do Rio. Foi uma clara retaliação do PMDB, partido do governador do Rio de Janeiro, ao PT.

 Para preservar o governador Sergio Cabral, um grupo de pemedebistas se aliou aos tucanos (que buscavam dividir o foco dos trabalhos da CPI com outro governador) e sacrificou o governador Agnelo, com o pedido de depoimento aprovado por 16 votos a favor e 12 contra.

Ao se crer no que dizem alguns órgãos da imprensa, Agnelo será inquerido pela prorrogação do contrato da Delta para coleta de lixo, antes mesmo de tomar posse como governador. Ora, a Delta foi contratada por governo anterior e a prorrogação desse serviço é fato contumaz no início de qualquer administração para que não haja solução de continuidade na prestação do serviço de limpeza.

Quanto ao esquema de grampos supostamente para bisbilhotar jornalistas e adversários políticos, como acusa o deputado paranaense Fernando Francischini (PSDB), o feitiço pode se voltar para o feiticeiro: é bem possível que o deputado Francischini é que tenha que se explicar, pois é tido como o responsável por gravações de conversas de altos funcionários do GDF, ele que se arvora como futuro candidato ao governo do Distrito Federal e já tratou da transferência do seu titulo eleitoral para o DF. No caso desse deputado-delegado de polícia, é bom lembrar que tem um passado extremamente obscuro em sua atuação no Estado do Espírito Santo, onde teria deixado rastros de sangue.

O governador Agnelo se defendeu. “Respeito a CPI, mas a convocação é injusta, porque o grupo criminoso não conseguiu fazer negócios, não indicou ninguém no Distrito Federal. As gravações da Polícia Federal comprovam que esse grupo tentou me derrubar porque eu era um empecilho”, declarou.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

deputado Francischini (PSDB) tramava a queda do governador Agnelo Queiroz (PT), junto com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, e desejava virar governador


Em agosto de 2011, o deputado federal Francisco Francischini (PSDB) foi entrevistado pela revista VEJA (#VEJAbandida) e disse não possuir o “telhado de vidro”, a VEJA ainda o chamou de “policial implacável”.
Sabe-se que não pode-se esperar coisas boas vindas do PSDB, mas o que se descobre agora, é que o deputado federal Francischini (PSDB) possuía relações íntimas com a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Ele tramava a queda do governador petista Agnelo Queiroz e, segundo gravações feitas pela Polícia Federal, trocaria seu domicílio eleitoral do Paraná para o Distrito Federal com o intuito de virar governador.
Em 16 de abril deste ano, VEJA publicou a reportagem “Espiões vermelhos”, sobre o suposto núcleo de arapongagem no DF, que estaria investigando políticos, empresários e jornalistas, por isso, em Brasília, foi criada a CPI da Arapongagem, para investigar o caso. Uma das supostas vítimas, seria o deputado Fernando Francischini (PSDB/PR), este disse, inclusive, que pediria a prisão do governador Agnelo Queiroz.
No anexo 7 do inquérito (leia mais aqui), há várias menções ao nome de Francischini – e todas elas, anteriores à publicação da reportagem de Veja sobre os “espiões vermelhos”.
No dia 31 de janeiro, Dadá faz referência a uma mensagem enviada por Francischini. Dadá se refere ainda a um contrato na Polícia Civil do Distrito Federal e a um encontro com o parlamentar tucano.
No dia 4 de fevereiro, Dadá telefona para o bicheiro Carlos Cachoeira e revela que vem sendo ajudado por Francischini. Diz até que o parlamentar tucano estaria trazendo seu título de eleitor do Paraná para o Distrito Federal, onde tentaria ser candidato a governador.
- Quem me falou foi um cara que tá ajudando a gente… é, montando um escritório aí, com aquele delegado Francischini, bancando pra fuder o governador… e o Francischini tá trazendo – é deputado federal que é delegado – tá trazendo o título dele para ser candidato a governador.
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